O mar de coisas que aconteciam.. .
E jamais teria noção.. .
Bastava sua paz.. .
A segurança.. .
O que era bom.. .
O que trazia leveza.. .
Ao peito.. .
Não queria o sufoco.. .
Não queria o medo.. .
E era livre.. .
Pois sentia assim.. .
Rabiscava ainda na terra.. .
Com seu gravetinho.. .
E passeava a mão em ares.. .
De suaves cores.. .

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